Manipula#som

Radar 360º

13 Out · 10h30, 15h
14 Out · 15h, 17h

Teatro Campo Alegre – Café-Teatro

50' · M6

© Luis Camanho e Teresa Couto
© Luis Camanho e Teresa Couto
© Luis Camanho e Teresa Couto

Direção artística António Oliveira

Interpretação António Oliveira

Dramaturgia e encenação Julieta Rodrigues
Figurinos Julieta Rodrigues

Cenografia Nuno Guedes, Rui Azevedo

Desenho de luz Pedro Teixeira

Sonoplastia e desenho de som Tiago Ângelo, Tiago Ralha

Video Ashleigh Georgiou

Vozes António Oliveira
Direção e operação técnica Tiago Ralha, Rui Azevedo
Fotografia Teresa Couto, Luis Camanho

Coprodução Centro Cultural de Belém, Fábrica das Artes, Teatro Municipal do Porto, Radar 360º Associação Cultural

Apoios Instituto Politécnico do Porto, Circolando, Teatro de Ferro

www.radar360.pt

MANIPULA#SOM é um projeto de criação que pretende pesquisar a sua linguagem através de um processo pedagógico de partilha e exploração nas técnicas abordadas:
A fusão entre o malabarismo/manipulação de objetos e a música interativa.

Revestido de uma cumplicidade entre os criadores, intérpretes e pedagogos, estes pretendem manipular sons, imagens e conceitos…
Propomos uma viagem por paisagens sonoras e visuais, que atravessam correntes estéticas próximas do que podemos interpretar como música visual e interativa! Queremos comunicar através de uma linguagem híbrida, multidisciplinar, circense, experimental… e criar um concerto visual de sons e objetos.
No amplo conceito do projeto MANIPULA#SOM, a música deixa de ter apenas um carácter auditivo, tornando-se uma arte que se expressa por ambientes visuais. As técnicas circenses como o malabarismo e a manipulação de objetos deixam de ser apenas visuais, e passam a desencadear sequências e padrões rítmicos, mecanismos sonoros e ambientais.

Ao interagir com interfaces que nos permitem expressar artisticamente através do som, a música e o gesto preciso do malabarismo eleva o seu processo criativo e performativo ao encontro de uma nova dramaturgia.

 

"A configuração de padrões rítmicos pode aumentar e reforçar sugestões dramatúrgicas, criando imagens e trazendo sensações que são identificadas como análogas a padrões rítmicos correspondentes."
Stanislavki

 

O projeto MANIPULA#SOM é um projeto que nasce a partir de uma série de laboratórios pedagógicos,
e, simultaneamente, é um projeto criativo.
Nestes ateliers de pesquisa , cruzamos a manipulação de objecto, o malabarismo experimental e a música interativa ,numa abordagem sónica e visual em interação com interfaces físicos como a Kinect , MakeyMakey, a Wii e plataformas virtuais como MAX MSP / MAX for LIVE.

A ideia nuclear destes laboratórios foi a exploração das potencialidades performativas destas ferramentas, como veículos para a expressão artística ao serviço de uma dramaturgia, com um olhar circense, musical e experimental.
• Manipulação de Objetos – Malabarismo Sónico
• Música Interativa – Programação / Exploração de Novos Interfaces para a Expressão Musical

 

"a nossa" Manipulação de Objetos:
Para nós a manipulação de objetos encontra-se na fronteira entre o Malabarismo, o Marionetismo, o Ilusionismo. Manipular objetos é atribuir vida a seres inanimados: personifica-los, dar-lhes intenção, direção, peso, velocidade, tempo, diferentes qualidades de movimento.
O Manipulador contém em si um conjunto de técnicas e conceitos que passam por uma observação e experimentação dos objetos que selecionou trabalhar.
Procuramos a relação direta da manipulação de objetos com a sua musicalidade.
Pretendemos criar padrões rítmicos, construir frases coreográficas e propor cenários visuais contemporâneos.
Queremos elevar o gesto preciso do manipulador, e estabelecer uma relação direta e orgânica com o sentido rítmico da ação e a sonoplastia dos movimentos.

 

"a nossa" Música Interativa:
As novas tecnologias, a rápida evolução dos sistemas de computação, a velocidade galopante da indústria de hardware e software abre, novas formas de expressão artística no geral, e de expressão musical em particular!
A possibilidade de poder comunicar de um modo estável, fidedigno, sem latência, entre o mundo físico e o mundo virtual, permite-nos tecnicamente interagir entre o som e os objetos, como nunca foi possível até aos dias que correm.
As ferramentas físicas e virtuais possibilitam o encontro entre estas linguagens multidisciplinares e exploram as suas potencialidades dramatúrgicas.
Para além do papel performativo e interativo, queremos igualmente dissecar o design e a metodologia subjacentes ao uso de meios interativos, preservando sempre a essência daquilo que é a prática performativa, potenciando e simultaneamente refletindo, sobre as possibilidades promovidas por este tipo de sistemas.

 

 

António Franco Oliveira
Nasceu no Porto em 1979.
É membro fundador da Companhia RADAR 360º, onde desenvolve o seu trabalho como:
Intérprete | Encenador | Formador
A sua formação Artística é contínua e multidisciplinar:
Artes de Rua: Frequentou o curso de Especialização Artística em Teatro de Rua na Academia Contemporânea do Espetáculo, 2000/2001;
Frequentou a Formação Avançada e Itinerante em Artes de Rua na "FAIAR" em Marselha, França, 2004.
Dança: Frequentou o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança, 2003;
Investiga e pratica contacto improvisação onde destaca o trabalho com: Dieter Heitkamp e Kurt Koegel;
Circo: Desde finais dos anos 90 que investiga e frequenta formações na área específica do malabarismo e manipulação de objetos com;
André Braga, Nikolaus Maria Holz, Gandini Juggling Project, Cie Le Chant des Balles , Cie Les Objects Volants e Ville Walo;
Estuda técnicas de suspensão e trabalho vertical, onde destaca o trabalho com:
Mila Xavier, Bruno Dizien, Armelle Devignon;
No universo do Clown frequentou estágios com: Allan Richardson, Frank Dinet, Koldobika Vio e Jimena Cavalletti.
Música: Pesquisa e estuda ritmos tradicionais Portugueses, Brasileiros e Orientais.
Tem desenvolvido uma linguagem híbrida, de fusão entre instrumentos de cariz acústico, e outros de género eletrónico.
Criou e interpretou a banda sonora de peças, tais como "O Mundo ao Contrário" (Radar 360º), "Opera dos Cinco €" (Teatro de Ferro, Teatro do Frio, Radar 360º).
Compôs e gravou a banda sonora da peça "O Lugar" (PIA crl & RADAR 360º);
Compôs e gravou temas da peça "SOLAR" (Comédias do Minho);
Compôs a secção rítmica e os efeitos da banda sonora da peça "Transportadores" (Radar 360º);
Participou no DIGITÓPOLIS, um projeto Digitópia / Casa da Música inserido no Manobras no Porto;
Frequentou diversos workshops de performance e experimentação a partir do software Ableton Live com: João Meneses, João Lobato, Tiago Ângelo, entre outros.

 

Julieta Rodrigues
Trás-os-Montes, 1977
A sua formação tem início em 1998, através do Curso Superior de Psicologia, a integração no TUP (teatro universitário do Porto); e a ESMAE (escola superior de música e artes do espetáculo), na área da interpretação.
Desde então tem realizado uma formação contínua nas seguintes disciplinas: Teatro Físico; Interpretação e Composição em tempo real; Pesquisa e Criação Coreográfica, Manipulação de objetos e Formas Animada, Dança contemporânea e Contacto/ Improvisação.
É membro fundador e criador da RADAR 360º Associação cultural: através da qual se tem dedicado ao universo do Circo e Teatro de Rua
Como Formadora, tem vindo a desenvolver uma pedagogia baseada no trabalho de personagem, espaço e objetos no espaço público – o estudo da rua, do público e do site specific, colaborando em inúmeros projetos de intervenção, de formação e de teatro social destinados a diferentes tipos de públicos (Públicos desfavorecidos e Educação especial)
Atualmente integra o Projeto da Operação Nariz Vermelho Como Doutor Palhaço.

 

Tiago Ralha
Porto, 1990.
Curso de Piano no Conservatório de Música do Porto.
Licenciado em Música, variante de Produção e Tecnologias da Música, pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo. Colaborou em projetos académicos desenvolvidos pelos Serviços de Áudio do IPP e pelo Laboratório de Acústica Musical.
Executou tarefas enquanto técnico de som no Teatro Helena Sá e Costa, ao longo de um ano.
Frequentou o Mestrado em Teatro, na especialização em Desenho de Som, pela ESMAE.
Atualmente é trabalhador independente na área do som, colaborando com produções cinematográficas, com projetos de dança, com companhias de teatro (como operador de espetáculo, sonoplasta ou designer de som) e com grupos musicais (como técnico de som ao vivo e em estúdio).

 

Tiago Ângelo
Coimbra, 1985
Compositor, artista sonoro e creativecoder cujo trabalho se debruça sobre a interseção entre música e tecnologia, abrangendo o desenvolvimento de novos instrumentos e interfaces musicais, composição e media interativos para teatro e instalações sonoras. Estudou no Conservatório de Música de Coimbra e licenciou-se em Música Electrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, tendo terminado o Mestrado Multimédia, no perfil de Sound Design e Música Interativa, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

 

Rui Azevedo
Porto, 1979
Construtor e afinador de instrumentos musicais, de 2006 até ao presente.
Formação do Curso de Artes - Carácter Geral, frequência do Curso de Arquitetura na Universidade Lusíada do Porto, completou o Curso Técnico de Cenografia pela Media Parque - RTP SA. e frequenta o Curso de Design de Luz e Som na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. 
Trabalhou com o T.N.S.J. em assistência de Cenografia,  na companhia Pé de Vento como Responsável Técnico em Cenografia, Operação de Luz e Som, Jobra - Conservatório de Música e Teatro, Teatro de Marionetas do Porto, Visões Úteis, ASSEMBLEA THEATRO, Universidade Católica, Orquestra do Norte, Quinta Parede,  Entretanto Teatro, entre outras, na realização de cenários, adereços e apoio cenográfico/luz e som.
Participação em cenografias e luz e som de bandas musicais e de curtas de metragens.

 

Nuno Guedes
Porto, 1980
Licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
De 2007 a 2011 trabalhou na companhia de teatro-dança Circolando, assumindo as funções de conceção de cenografia e adereços bem como a coordenação do sector da construção e montagem.
Atualmente trabalha como freelancer na construção de cenografia e adereços para teatro e cinema.
Membro Fundador da Casa das Brincadeiras onde co-dirige e coordena a conceção dos objetos e cenários lúdicos com a missão de promover a ludicidade em todas as idades e desenvolver o pensamento sobre a importância do brincar.

 

Pedro Lopes Teixeira
Viseu, 1974
Curso de Técnico Polivalente de televisão da Universidade Aberta
Técnico de Luz no Teatro Nacional São João
Técnico de Luz & Lighting designer Residente no Teatro Viriato, executando desenhos de luz nos seguintes espetáculos e áreas de intervenção artística -"THE GLOAMING" ; "JOYOSA" "HEAVEN"; "NÓS - ISTO É O MEU CORPO" DE ANDRÉ MESQUITA (DANÇA) ; VÁRIOS ESPETÁCULOS (TEATRO) NO ÂMBITO DO PROJECTO K CENA ; "PLUTO CRAZY" BY CIRKUS XANTI (CIRCUS LAB / NOVO CIRCO) ; ESPETÁCULOS DE MUSICA :JAZZ ; WORLD MUSIC , MUSICA CLÁSSICA
Technical Manager on Tour da Companhia PAULO RIBEIRO.

Teatro Campo Alegre

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226 063 000

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